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Aeroporto Internacional de Luanda - Ministério dos Transportes

Governo 18-02-2026
TAAG REFORÇA LIDERANÇA PARA ACELERAR TRANSFORMAÇÃO E CRESCIMENTO COM ENVOLVIMENTO DIRECTO DO PRESIDENTE DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

O Ministério dos Transportes informa que os accionistas da TAAG - Linhas Aéreas de Angola, S.A. aprovaram unanimemente, em Assembleia Geral, um conjunto de deliberações relativas a composição dos órgãos sociais da companhia, no quadro do reforço do modelo de governação, da liderança executiva e da execução do Plano Estratégico.

No âmbito destas decisões, cessaram funções no Conselho de Administração Maria Manuela Resende da Costa Pardal, Administradora Executiva para a área de Infraestruturas, Cadeia de Suprimentos e Serviços, e Misayely Celestino Isaac Abias, Administrador Não Executivo.

Para assegurar a continuidade da gestão e a concretização dos objectivos definidos para o triénio 2024-2027, os accionistas deliberaram a designação de Misayely Celestino Isaac Abias como Administrador Executivo para a área de Manutenção e Engenharia, de Manuel Tavares de Almeida como Administrador Não Executivo e de Jaime Miguel Ferreira Carneiro, já Administrador Executivo para a área Comercial, que passa a acumular a função de Chief Transformation Officer (CTO), com poderes delegados para a implementação do Plano Estratégico e dos programas de transformação da TAAG, nos termos a definir pelo Conselho de Administração.

Os accionistas aprovaram igualmente ajustamentos ao nível da governação societária. No que respeita a Mesa da Assembleia Geral, e em virtude da caducidade dos mandatos, foram designados Cristóvão Domingos Francisco da Cunha para Presidente da Mesa da Assembleia Geral, Hortêncio Elias Trancredo da Cruz Sanumbute para Vice-Presidente, é Bruno Renato Custódio e Silva Inglês para Secretário.

Relativamente a Comissão de Remunerações, cessou funções Ednilson Ricardo Ferreira Leite de Sousa, tendo sido designada Maria Auxiliadora Fragoso Pascoal Ramiro para o exercício das funções de Presidente da Comissão de Remunerações.

O Ministério dos Transportes sublinha que estas deliberações reflectem a vontade dos accionistas de reforçarem a estabilidade institucional, a boa governação e a capacidade de execução da TAAG - Linhas Aéreas de Angola, S.A., criando as condições necessárias para a consolidação do processo de transformação e para o crescimento sustentável da companhia, motivo pelo qual sé mantém em funções todos os restantes membros do Conselho de Administração.

Ministério dos Transportes. Luanda, 13 de Fevereiro de 2026.

Fonte: Mintrans
Governo 12-02-2026
PORTO DO LOBITO E CAMINHO DE FERRO DE BENGUELA-EP MARCAM PRESENÇA NO 1.º SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE CONCESSÕES RODOVIÁRIAS

O Porto do Lobito e o Caminho de Ferro de Benguela-Empresa Pública (CFB-EP) estiveram representados no 1.º Seminário Internacional sobre Concessões Rodoviárias, que arrancou nesta terça-feira, 11 de Fevereiro, no Salão Nobre da Administração Municipal do Lobito, num evento que reúne especialistas nacionais e internacionais para debater o futuro das infraestruturas rodoviárias e o seu impacto na logística e integração regional.

A sessão de abertura foi presidida pelo Governador da Província de Benguela, Manuel Nunes Júnior, que dedicou parte do seu discurso à centralidade do Lobito enquanto plataforma logística do país. “A cidade do Lobito é o início e o fim do Corredor do Lobito. O seu Porto depende de infraestruturas rodoviárias em condições para continuar a alavancar a economia regional”, afirmou, sublinhando o papel determinante das duas infraestruturas que conferem à província posição geoestratégica ímpar: o Porto do Lobito e o Caminho de Ferro de Benguela.

O governador foi claro ao estabelecer a interdependência entre os modais. “Aqui se conecta o interior de Angola com o mundo, fortalecendo a nossa economia e a integração regional”, disse, numa intervenção que colocou as duas empresas no centro da estratégia de desenvolvimento do Corredor do Lobito.

Promovido pelo Instituto Nacional de Estradas de Angola (INEA), no quadro da cooperação entre Angola e a União Europeia, o seminário conta com a participação do Conselho de Administração do Porto do Lobito e do Conselho de Administração do CFB-EP, num claro sinal da articulação entre os sectores portuário, ferroviário e rodoviário.

No final do primeiro dia de trabalhos, o INEA realçou publicamente o sucesso do modelo adoptado pelo Ministério dos Transportes para a concessão dos serviços ferroviários de logística e suporte do Corredor do Lobito, destacando o CFB-EP como caso de referência no quadro das parcerias público-privadas em curso no país.

O seminário serve também de palco para o anúncio de investimentos estruturantes. O Ministro das Obras Públicas, Urbanismo e Habitação, Carlos Alberto da Silva Gregório dos Santos, revelou um plano de grande dimensão para a reabilitação das Estradas Nacionais 100 e 250, que totalizam mais de três mil quilómetros e asseguram a ligação do litoral à fronteira com a Zâmbia. O projecto, que conta com envolvimento de empresas da União Europeia, visa precisamente reforçar a eficiência logística do Corredor do Lobito, beneficiando directamente as operações do Porto e do Caminho de Ferro.

A presença de parceiros como a União Europeia e o Grupo Infraestruturas de Portugal, E.P. reforça a confiança no futuro do sector, enquanto as administrações portuária e ferroviária acompanham de perto as discussões que moldarão o quadro das concessões e o desenvolvimento integrado das infraestruturas nacionais.

O evento prossegue até quarta-feira, com visitas técnicas a infraestruturas estratégicas do Corredor do Lobito, onde o Porto e o CFB-EP voltaram a estar no centro das atenções.

Fonte: Sem fonte
Governo 11-02-2026
VISITA DO MINISTRO DOS TRANSPORTES A ESPANHA CONSOLIDA PARCERIAS ESTRATÉGICAS COM IMPACTO DIRECTO NO SECTOR

Madrid, 10 de Fevereiro de 2026 – O Ministro dos Transportes, Ricardo Viegas D’Abreu, realizou ontem e hoje uma visita oficial ao Reino de Espanha, a convite do seu homologo, o Ministro dos Transportes e da Mobilidade Sustentável espanhol, Oscar Puente Santiago, com o objectivo de aprofundar a cooperação bilateral e promover parcerias concretas para o desenvolvimento do sector dos transportes em Angola.

No primeiro dia da visita, o governante angolano participou num Encontro Empresarial Espanha – Angola, organizado pela Camara de Comercio de Espanha, acompanhado pela Secretaria de Estado do Comercio de Espanha, Amparo Lopez Senovilla. O diálogo estratégico centrou-se em infraestruturas críticas, cadeias logísticas regionais e na mobilização de investimento privado, envolvendo decisores empresariais e financeiros espanhóis, bem como o envolvimento de empresas espanholas em projectos estruturantes em Angola.

O ponto alto da visita teve lugar hoje, com a reunião bilateral entre os dois ministros, durante a qual foi assinado um Memorando de Entendimento que estabelece um novo quadro de cooperação técnica e institucional no domínio dos transportes e das infraestruturas.

A visita insere-se no aprofundamento das excelentes relações entre Angola e Espanha e marca um passo relevante na consolidação de parcerias estratégicas para o desenvolvimento do sector dos transportes angolano, com particular enfoque na modernização das infraestruturas, na mobilidade urbana, na ferrovia, na aviação civil, na logística e na transição ecológica.

O Memorando de Entendimento agora assinado cria as bases para uma cooperação técnica e institucional abrangente, incluindo o planeamento estratégico do sector, o desenvolvimento de infraestruturas rodoviárias, ferroviárias, portuárias e aeroportuárias, a digitalização dos sistemas de transporte, a formação de quadros, a segurança operacional e a implementação de soluções sustentáveis e inovadoras.

Durante o encontro, o Ministro espanhol destacou o momento de forte afirmação de Angola no domínio das infraestruturas, sublinhando o papel estruturante do Corredor do Lobito e manifestando total disponibilidade para envolver empresas espanholas em projectos estratégicos no país, numa logica de cooperação equilibrada e de benefício mutuo.

“O que vemos em Angola é um país num momento de grande dinamismo e ambição. Espanha quer ser um parceiro de confiança neste percurso, colocando a sua experiencia técnica e empresarial ao serviço do progresso e do bem-estar do povo angolano, sempre numa logica de cooperação ‘win-win’”, afirmou o Ministro Óscar Puente Santiago.

Por sua vez, o Ministro Ricardo Viegas D’Abreu destacou a mobilidade urbana e a expansão da rede ferroviária como pilares centrais do Plano Director do Sector dos Transportes em Angola, sublinhando a importância da cooperação espanhola para a concretização destes objectivos.

“A mobilidade urbana e determinante para a qualidade de vida das populações e para a sustentabilidade das nossas cidades. Queremos desenvolver modelos ajustados a realidade angolana, beneficiando da reconhecida experiência de Espanha neste domínio. Ao mesmo tempo, estamos empenhados em expandir e integrar a nossa rede ferroviária, reforçando a conectividade regional e o papel de Angola como plataforma logística estratégica”, referiu o governante angolano.

No domínio ferroviário, foram abordados projectos estruturantes em curso, incluindo a extensão da rede aos países vizinhos, com destaque para a ligação ferroviária a Zâmbia, bem como o desenvolvimento de corredores logísticos integrados. O Ministro angolano convidou formalmente as empresas espanholas a participarem nestes projectos, nomeadamente através de parcerias público-privadas.

A reunião permitiu ainda identificar oportunidades de cooperação avançada na aviação civil, incluindo soluções inovadoras para a gestão e controlo do espaço aéreo com recurso a tecnologia de satélite, bem como o reforço da colaboração entre autoridades e entidades reguladoras dos dois países. Foi igualmente reiterada a importância estratégica da retoma da ligação aérea directa Madrid –Luanda.

No âmbito da mobilidade urbana, ficou acordada a realização, a curto prazo, de um seminário técnico em Angola, que permitira partilhar a experiencia espanhola na integração multimodal dos sistemas de transporte e no apoio institucional as cidades.
A visita reforça o posicionamento de Angola como um parceiro atractivo e credível para a cooperação internacional no sector dos transportes e confirma o compromisso do Ministério dos Transportes em promover soluções modernas, sustentáveis e orientadas para o desenvolvimento económico e social do país.

Ministério dos Transportes. Luanda, 10 de Fevereiro de 2026.

Fonte: Mintrans
Governo 06-02-2026
PARA O MINISTRO DOS TRANSPORTES CORREDOR DO LOBITO ENTRA NA FASE DECISIVA DA EXECUÇÃO E DA ENTREGA DE RESULTADOS

A Primeira Mesa Redonda Ministerial do Mecanismo de Coordenação do Corredor do Lobito – Engine Room encerrou hoje (05.02.2026) em Luanda com um apelo claro a aceleração da execução, a disciplina operacional e a obtenção de resultados mensuráveis, sublinhando a transição definitiva do projecto para uma fase em que a credibilidade se mede pela entrega no terreno.

O encontro de alto nível contou com a presença do Senhor Presidente da Republica de Angola, Joao Manuel Gonçalves Lourenço, que presidiu a sessão solene de abertura, bem como com a participação de altos responsáveis ministeriais dos Governos de Angola, da Republica Democrática do Congo e da Zâmbia, da alta direcção do Grupo Banco Mundial, de parceiros multilaterais e bilaterais de desenvolvimento e de representantes do sector privado.

No encerramento dos trabalhos, o Ministro dos Transportes de Angola, Ricardo Viegas D’Abreu, destacou que o Corredor do Lobito se afirma hoje como um activo estratégico regional, essencial para a integração económica da África Austral, para a competitividade logística e para a ligação eficiente dos recursos da região aos mercados globais. “O Corredor do Lobito entrou definitivamente numa fase em que a credibilidade se mede pela execução. O alinhamento político, a convergência estratégica e o compromisso financeiro estão assegurados; o desafio central e transformar esta convergência em desempenho operacional”, afirmou.

O governante sublinhou que um corredor competitivo não se constrói apenas com investimento em infra-estruturas físicas, mas como um sistema integrado, no qual caminhos-de-ferro, portos, fronteiras, energia, operadores logísticos, alfândegas e reguladores funcionam como uma única cadeia. Qualquer fragmentação, advertiu, traduz-se em atrasos, custos acrescidos e perda de confiança.

Neste contexto, a Engine Room foi reafirmada como um mecanismo pragmático e orientado para resultados, concebido para resolver constrangimentos concretos, alinhar calendários, harmonizar decisões e garantir que projectos, reformas e financiamentos se reforçam mutuamente. Um instrumento de entrega, e não uma nova estrutura burocrática.

O Ministro dos Transportes destacou igualmente o papel da Agência de Facilitação do Transporte e Trânsito do Corredor do Lobito, criada pelos três países, defendendo que esta deve ganhar maior velocidade, produtividade e presença activa na coordenação diária dos processos operacionais, com impacto directo na facilitação do transporte de mercadorias em trânsito, e que deve funcionar como o pivot de facilitação e coordenação de acções ao longo do corredor, apoiada pelos parceiros internacionais para ganhar robustez e efectiva capacidade institucional.

A interoperabilidade de dados, a partilha efectiva de informação alfandegária, a previsibilidade dos procedimentos e a digitalização dos processos foram apontadas como factores críticos de competitividade, tão determinantes quanto os carris e os portos. “Um corredor que na o comunica em tempo real na o e competitivo”, salientou.

Angola reafirmou o seu papel enquanto plataforma atlântica do Corredor do Lobito, destacando contributos concretos como o Porto do Lobito, a infra-estrutura ferroviária concessionada do Caminho de Ferro de Benguela, os investimentos logísticos associados e as soluções imediatas para a implantação de portos secos destinados a República Democrática do Congo e a Zâmbia.

Foi igualmente sublinhado o potencial do corredor para evoluir para um verdadeiro sistema económico regional, tendo o sector mineiro como âncora, mas criando valor muito para além da extracção, nomeadamente na logística, energia, transformação industrial, agronegócio e serviços, com impacto directo na criação de emprego sustentável e de rendimentos ao longo de todo o eixo.

Dirigindo-se aos parceiros regionais e de desenvolvimento, o Ministro dos Transportes reforçou que o sucesso do Corredor do Lobito será necessariamente colectivo e assente numa coordenação tripartida efectiva, em políticas alinhadas, reformas executadas e resultados mensuráveis, assumindo estas exigências como factores de disciplina, credibilidade e atracção de investimento.

A Mesa Redonda Ministerial encerrou com um mandato claro para a Engine Room:
acelerar a execução, monitorizar resultados, resolver bloqueios e garantir transparência,
assegurando que a vantagem geográfica do Corredor do Lobito se transforma numa
vantagem operacional, económica e social, com benefícios tangíveis para as populações
da região

Ministério dos Transportes. Luanda, 05 de fevereiro de 2026

Fonte: Mintrans
Governo 28-01-2026
MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES MARCA ARRANQUE DO RAMAL FERROVIÁRIO LUENA–SAURIMO COM LANÇAMENTO DA PRIMEIRA PEDRA

Realizou-se hoje (27/01/2026) de manhã a cerimónia de lançamento da primeira pedra e a assinatura do auto de consignação da obra do Ramal Ferroviário Luena - Saurimo, que ligará as províncias do Moxico e da Lunda-Sul, no âmbito da expansão e modernização da rede ferroviária nacional. O acto contou com a presença do Ministro dos Transportes, Ricardo Viegas D’Abreu.

A empreitada foi atribuída a construtora Odebrecht Engenharia e Construção o, em consórcio com a Bento Pedroso Construções. O anuncio oficial da adjudicação o da construção do ramal ferroviário Luena–Saurimo a construtora brasileira Odebrecht foi feito em 27 de Março de 2023, por meio de um Despacho Presidencial n.º 55/23, no qual o Presidente da República de Angola autorizou a celebração do contrato de concepção e construção com o consorcio que inclui a Odebrecht e a Bento Pedroso Construções.

O projecto contempla a construção de uma linha férrea com 260 quilo metros de extensão, num prazo de execução de 60 meses. Inclui a edificação de 11 pontes, oito estações ferroviárias e dois cruzamentos estratégicos, prevendo a criação de cerca de 2.000 postos de trabalho directos, com impacto relevante na dinamização económica da região leste do país.

Na sua intervenção, o Ministro dos Transportes sublinhou “o caracter estruturante do projecto, afirmando que o Ramal Ferroviário Luena - Saurimo representa um passo decisivo na expansão da rede ferroviária nacional e na concretização de uma visão estratégica orientada para a integração territorial, o crescimento económico sustentável e o reforço da ligação logística nacional e regional”. O governante destacou ainda que “este investimento vai ser determinante para o desenvolvimento das províncias do Moxico e da Lunda-Sul, ao potenciar a circulação de pessoas e mercadorias e ao impulsionar a economia local”.

O Ministro salientou igualmente que este “e o primeiro investimento totalmente green field no sector ferroviário angolano em quase um século, depois de um longo período em que a prioridade incidiu sobre a reabilitação das linhas existentes, muitas delas afectadas pelos efeitos do conflito passado. Neste contexto, o Ramal Luena - Saurimo assume-se como um marco de modernização da infra-estrutura ferroviária e de confiança na capacidade de execução de projectos ferrovia rios complexos”.

O projecto insere-se no Plano de Desenvolvimento Nacional e no Plano Director do Sector dos Transportes, integrando-se numa estratégia mais ampla de interligação das principais linhas férreas do país. Esta visão contempla, numa fase subsequente, a ligação entre Malange, Kuito e Menongue, bem como futuras conexões internacionais a Zâmbia, a Namíbia e a República Democrática do Congo, posicionando Angola como uma plataforma logística estratégica na África Austral.

Do ponto de vista económico e social, a nova linha ferroviária permitira a redução significativa dos custos e tempos de transporte, apoiará directamente o Plano de Fomento a Produção de Cereais e contribuirá para o escoamento mais eficiente da produção agrícola e de produtos transformados. A infra-estrutura facilitara ainda o transporte de recursos minerais estratégicos, como cobre, cobalto e manganês, reforçando a ligação aos principais corredores logísticos e portuários do país, em particular ao Porto do Lobito.

O consórcio responsável pela execução da obra integra empresas com experiência comprovada na construção de infra-estruturas ferroviárias de grande envergadura, assegurando padrões elevados de qualidade técnica e de cumprimento dos prazos estabelecidos. Todos os estudos de engenharia, bem como as avaliações ambiental e social, encontram-se concluídos, tendo sido igualmente finalizadas as operações de desminagem ao longo de todo o corredor ferroviário.

O arranque do Ramal Ferroviário Luena–Saurimo constitui um passo decisivo na modernização do sector dos transportes terrestres, reforçando a integração logística, o crescimento económico sustentável e a criação de oportunidades concretas para milhares de trabalhadores e para as comunidades locais, ao mesmo tempo que consolida o papel do caminho-de-ferro como eixo estruturante do desenvolvimento de Angola.

Ministério dos Transportes. Luena, 27 de janeiro de 2026.

Fonte: Mintrans

mintrans.gov.ao Ministro dos Transportes

Ricardo Daniel Sandão Queirós Viegas D' Abreu



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